Estudo de caso: DogHero a startup de babás de cachorro

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Considerada um AirBnb dedicado aos animais de estimação, a DogHero é uma startup fundada em 2014 que encontrou grande sucesso ao possibilitar que pessoas comuns oferecessem sua casa para abrigar “pets”. Funcionando de maneira similar à aplicativos como o Uber, o DogHero não faz nenhuma hospedagem por conta própria.

Ele atua comoo um intermediário entre donos que necessitam de um lugar para seu animal ficar e alguém que pode recebê-los em sua casa, recebendo uma taxa por cada transação feita pelos apps, disponíveis para Android e iPhone.

Inaugurado em 2014, a startup recebeu o equivalente a R$ 10 milhões de reais em investimentos. Conheça a história de como Eduardo Baer e Fernando Gadotti idealizaram o projeto, o trouxeram à realidade e como ele se tornou um dos apps mais bem-sucedidos do ano passado!

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Empreendendo à moda antiga: identificando um problema sem solução e criando a sua

Antes da DogHero, a única maneira de viajar sem um animal de estimação era deixando com alguém de confiança - e que, de preferência, goste tanto de animais quanto você -, pagando diárias em um hotel especializado ou em um canil, o que nem sempre é viável. Na época um universitário cursando MBA em Stamford, nos EUA, Eduardo Baer passou por um problema semelhante: apesar de desejar adotar um animal de estimação, ele temia não ter onde deixá-lo por conta de suas viagens constantes. Ainda morando nos EUA, conversou com amigos e colegas de trabalho sobre uma solução para esse problema em particular e fez uma pesquisa de mercado, descobrindo que o Brasil era o segundo maior mercado pet do mundo.

DogHero

Já familiarizado com o funcionamento de startups na área de economia colaborativa, aliado aos seus planos de retornar ao Brasil. Conversando com Fernando Gadotti, eles começaram a montar o que viria a ser hoje a DogHero. Antes mesmo de retornar ao país, eles começaram a captar investimentos para a criação da empresa, buscando e conseguindo um investidor-anjo. Em 2014, ambos retornaram ao Brasil e começaram a DogHero.

Relação de mão-dupla: como funciona o DogHero?

Diferente da venda de saladas por WhatsApp ou a iniciativa da Alexandra Moraes, a comunicação da DogHero funciona em três vias. Ou seja, o cliente pode se comunicar com fornecedor e vice-versa e ambos podem se comunicar com o intermediário, que nesse caso é a DogHero. Os usuários criam seu perfil no aplicativo, dependendo de seu objetivo. A partir daí, alguém que necessite encontrar um lugar temporário para seu animal de estimação pode procurar um anfitrião, usando a localização do aparelho para encontrar alguém próximo disposto a cuidar do pet.

Ao encontrar alguém com um perfil que interesse, é possível começar a comunicação. Nesse ponto, ambos conversam para se conhecer e identificar se o perfil condiz com o que é necessitado, podendo inclusive marcar de se encontrar antes de contratar o serviço. Após acertar os dias de estadia e fechado o negócio, o pagamento é feito diretamente pelo app da DogHero, que fica com um percentual como tarifa. Caso tenha problemas com a pessoa que está prestando hospedagem, a equipe do aplicativo oferece suporte para resolver quaisquer eventualidades. Uma das exigências para quem se dispõe a hospedar é enviar atualizações, fotos e vídeos diários do animal ao dono, algo usado na estratégia de redes sociais da empresa.

Como a DogHero usa conteúdo feito pelos próprios usuários para alavancar sua presença nas mídias sociais

Um dos principais trunfos da DogHero está na maneira como ela utiliza conteúdo criado pelos próprios usuários para alavancar suas redes sociais. Com as atualizações diárias constantes dos cuidadores registrados na plataforma - que somam mais de 5 mil anfitriões atualmente -, a DogHero tem acesso a um “oceano” de conteúdo disponível. Estes materiais incluem desde vídeos com a convivência do animal no lar temporário até depoimentos dos próprios usuários.

O serviço alia esse tipo de conteúdo altamente viralizável junto à sua estratégia de marketing de conteúdo, contando também com um blog e canal no Youtube, por exemplo. Esse tipo de abordagem rendeu à startup cerca de 80.000 seguidores apenas em sua página no Facebook e um ticket médio de 200 reais, embora o valor apresente variação de acordo com feriados e datas comemorativas, como mostra essa matéria da revista Exame.

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Missão para o futuro: conquistar territórios na América do Sul

Os planos para o futuro da DogHero no Brasil é aumentar seu alcance em território nacional, assim como sua rede de anfitriões, almejando o número de 20.000 cadastrados até 2018. Na área de serviços, os sócios planejam ir além da hospedagem, abordando outras áreas como o passeio com cães, algo já feito pela Rover, empresa americana que serviu de inspiração para a DogHero. Por fim, o objetivo é estender o serviço para países vizinhos, como Argentina e Colômbia.

Eduardo

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As plataformas de economia colaborativa continuam a tomar de assalto usuários no mundo inteiro, principalmente no Brasil, onde cada vez mais aplicativos como a DogHero, Uber e iFood - que também tem o Eduardo Baer como cofundador - oferecem serviços de intermediação. Se está pensando em criar um aplicativo semelhante e não sabe como prestar atendimento online, não deixe de conferir as funcionalidades do Jivochat. Uma delas é o fornecimento do SDK para implementá-lo em seu próprio app.

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